
(Por Karin Oliveira - VP ER)
A foto acima representa o Discovery Days em que entrei na AIESEC (2008). Se olhar direitinho, você me acha sentadinha, sem a mínima idéia ainda de como a AIESEC ia mudar minha vida. Neste dia, eu falei pra Luana (atual EP no México) “eu me sinto com o mundo todo nas mãos”. Porque é meio assim que a gente se sente no DD. E a AIESEC apareceu em minha vida, em um momento em que eu não sabia o que fazer com todas as expectativas, possibilidades e vontades que eu tinha. Eu estava me formando e o mundo é cheio de opções e oportunidades, tão cheio que, ou você fica olhando aquele mar de situações passarem ou você corre o risco de mergulhar muito fundo nelas e se afogar. Neste contexto, surgiu a AIESEC para mim. Me dando rumos, certezas, vontades reais e tangíveis. Meu ano de EB aprofundou ainda mais isto, pois foi quando eu realmente comecei a visualizar o (famoso) meu impacto positivo na sociedade.
Demorei alguns meses para entender como a AIESEC poderia realmente mudar o mundo. Hoje, vejo que o (aparente) simples fato de mudar a mim mesma e as pessoas ao meu redor, já faz a maior diferença do mundo. Além disto, ser diretor de uma área, trabalhar com um time, e passar á ele toda a sua esperança, conhecimento e valores, é uma das sensações mais recompensadoras do mundo. Não há nada como perceber que você impactou vidas, mostrou caminhos e destinos, levantou alguém quando esta pessoa achava que não tinha mais forças, mudou vidas. Vidas que, sem a AIESEC, você nunca teria conhecido.
O íntimo da sensação de ser líder é indefinível, extasiante, indescritível e recompensador.
A gente cansa. Cansa mesmo. Mas acha que é fácil fazer a diferença no mundo? Ninguém disse que seria fácil. E que graça teria se o fosse?! O bom é dar o sangue mesmo. Discutir valores, justiças, metas, objetivos e perceber no final que você foi peça essencial para que a AIESEC Curitiba (e mesmo nacional e internacional) continuasse viva e pulsante e dando à mais e mais pessoas, durante muito anos, a oportunidade de crescer! E tem algo mais doloroso e maravilhoso do que crescer?
Então, que cresçam as sementinhas que a gente plantou, e que elas saiam por aí plantando mais sementinhas, que plantarão outras... e não diz o clichê que se cada um fizer um pouco, o pouco será muito? Imagina a gente, que faz muito hehe
Se eu puder dar um conselho à alguém, eu diria, seja um líder da AIESEC: isto vai mudar sua vida!
A foto acima representa o Discovery Days em que entrei na AIESEC (2008). Se olhar direitinho, você me acha sentadinha, sem a mínima idéia ainda de como a AIESEC ia mudar minha vida. Neste dia, eu falei pra Luana (atual EP no México) “eu me sinto com o mundo todo nas mãos”. Porque é meio assim que a gente se sente no DD. E a AIESEC apareceu em minha vida, em um momento em que eu não sabia o que fazer com todas as expectativas, possibilidades e vontades que eu tinha. Eu estava me formando e o mundo é cheio de opções e oportunidades, tão cheio que, ou você fica olhando aquele mar de situações passarem ou você corre o risco de mergulhar muito fundo nelas e se afogar. Neste contexto, surgiu a AIESEC para mim. Me dando rumos, certezas, vontades reais e tangíveis. Meu ano de EB aprofundou ainda mais isto, pois foi quando eu realmente comecei a visualizar o (famoso) meu impacto positivo na sociedade.
Demorei alguns meses para entender como a AIESEC poderia realmente mudar o mundo. Hoje, vejo que o (aparente) simples fato de mudar a mim mesma e as pessoas ao meu redor, já faz a maior diferença do mundo. Além disto, ser diretor de uma área, trabalhar com um time, e passar á ele toda a sua esperança, conhecimento e valores, é uma das sensações mais recompensadoras do mundo. Não há nada como perceber que você impactou vidas, mostrou caminhos e destinos, levantou alguém quando esta pessoa achava que não tinha mais forças, mudou vidas. Vidas que, sem a AIESEC, você nunca teria conhecido.
O íntimo da sensação de ser líder é indefinível, extasiante, indescritível e recompensador.
A gente cansa. Cansa mesmo. Mas acha que é fácil fazer a diferença no mundo? Ninguém disse que seria fácil. E que graça teria se o fosse?! O bom é dar o sangue mesmo. Discutir valores, justiças, metas, objetivos e perceber no final que você foi peça essencial para que a AIESEC Curitiba (e mesmo nacional e internacional) continuasse viva e pulsante e dando à mais e mais pessoas, durante muito anos, a oportunidade de crescer! E tem algo mais doloroso e maravilhoso do que crescer?
Então, que cresçam as sementinhas que a gente plantou, e que elas saiam por aí plantando mais sementinhas, que plantarão outras... e não diz o clichê que se cada um fizer um pouco, o pouco será muito? Imagina a gente, que faz muito hehe
Se eu puder dar um conselho à alguém, eu diria, seja um líder da AIESEC: isto vai mudar sua vida!
hauhauahu
ResponderExcluirAposto que Curitiba é a melhor cidade pra receber o voto de confiança com esse ritual!
Gente, to amando os textos de vcs. Ver as experiências de tantos ângulos e palavras diferentes é mais motivador ainda!
Rê
HAhahaha
ResponderExcluirO melhor de tudo é que a gente é tão angustiado pra fazer as coisas que a gente no final nem acha que fez tudo o que podia, mesmo tendo feito mais do que se esperava
E no video a karin ta mt meiga hahahaha
=*
Um banho de água fria..literalmente.
ResponderExcluirLagrimas aqui..quando vi o vídeo.
Acho que eu fui uma das pessoas que vc impactou, Karin..desde a entrevista, a induction e agora em ER. É muito bom ver em vc um líder que consegue gerir um time de forma tão sweet...
Agradeço a @ por ter conhecido vc.